Auxílio-acidente: dinheiro todo mês para quem ficou com sequela.
Se você se acidentou, se tratou e voltou a trabalhar, mas não ficou 100%, o INSS pode te pagar uma indenização mensal até a aposentadoria. Mesmo trabalhando.
- Quanto: 50% da sua média salarial
- Até quando: até você se aposentar
- Trabalhando: pode, sim
- Carência: não precisa
- 13º: tem
- Atrasados: até 5 anos
Base legal: art. 86 da Lei 8.213/1991.

Uma indenização, não um salário.
O auxílio-acidente existe para compensar a perda que a sequela trouxe para a sua vida de trabalho. Por isso ele é pago junto com o seu salário.
Ele é diferente do auxílio-doença. O auxílio-doença é pago enquanto você não consegue trabalhar. O auxílio-acidente é pago quando você consegue trabalhar, mas com mais dificuldade do que antes.
Na maioria das vezes, o INSS deveria começar a pagar logo depois que o auxílio-doença acaba. Mas quase nunca faz isso sozinho. Por isso tanta gente tem direito e não recebe.
| Auxílio-doença | Auxílio-acidente | |
|---|---|---|
| Quando | Não consegue trabalhar | Trabalha, mas com sequela |
| Pode trabalhar? | Não | Sim |
| Valor | 91% da média | 50% da média |
| Duração | Enquanto durar a incapacidade | Até a aposentadoria |
| Carência | 12 meses (exceto acidente) | Não precisa |
Três coisas precisam acontecer juntas.
1. Estar coberto pelo INSS
No dia do acidente, você trabalhava de carteira assinada, era empregada doméstica, trabalhador avulso ou trabalhador rural. Desempregado há pouco tempo também pode ter direito (período de graça).
2. Ter sofrido um acidente
De qualquer tipo: trânsito, trabalho, em casa, no esporte. Doenças causadas pelo trabalho também contam.
3. Ter ficado com sequela
Uma marca permanente que diminui sua capacidade ou exige mais esforço para fazer o trabalho de antes.
Não têm direito: autônomos, MEI e quem contribui como facultativo. E quem já é aposentado não pode receber junto com a aposentadoria.
Sequelas que costumam dar direito.
A decisão é da perícia, mas estes são casos que vemos com frequência.
Perda de dedosMesmo parte de um dedo, da mão ou do pé.
Fraturas com limitaçãoTornozelo, joelho, punho, fêmur, com pino ou placa.
Perda de movimentoOmbro, joelho ou coluna que não dobram como antes.
Perda de audiçãoPor acidente ou por barulho no trabalho.
Perda de visãoVisão reduzida ou perdida de um olho.
LER/DORTLesões por esforço repetitivo com limitação.
Perna mais curtaEncurtamento depois de fratura.
Lesões de nervosPerda de força ou de sensibilidade na mão ou no braço.
Será que você tem direito?
Responda 4 perguntas rápidas.
Quando o acidente ou a doença aconteceu, você trabalhava como?
Escolha a opção mais parecida com a sua situação.
Ficou alguma sequela?
Por exemplo: perdeu parte de um dedo, ficou com o joelho duro, perdeu força, audição ou visão.
Essa sequela atrapalha no seu trabalho?
Pense no trabalho que você fazia antes do acidente.
Você já é aposentado?
Quem já é aposentado não pode receber o auxílio-acidente junto.
Pelo que você respondeu, você pode ter direito ao auxílio-acidente.
O próximo passo é a gente olhar seus documentos. É gratuito. Deixe seu nome e telefone e abrimos o WhatsApp com as suas respostas.
Resumo pronto no WhatsApp.
Protocolo . Abrimos a conversa com o resultado do seu teste. Se ela não abriu, toque no botão abaixo.
Abrir o WhatsAppSeu caso precisa de uma olhada mais de perto.
Algumas respostas dependem de documentos para ter certeza. Muitas pessoas que ficam em dúvida acabam tendo direito. A análise é gratuita.
Pedir análise no WhatsAppPelo que você respondeu, o auxílio-acidente pode não ser o seu caso.
Mas você pode ter direito a outro benefício, ou a valores atrasados de antes da aposentadoria. Fale com a gente e conte sua história.
Conversar no WhatsAppQuanto você pode receber?
Faça uma conta rápida do valor por mês e dos atrasados.
Cálculo simplificado: 50% da média, com 13º. O valor real depende do seu histórico no INSS e é corrigido pela inflação.
Quero o cálculo exatoComo a Revisa Previ cuida do seu pedido.
Conversa no WhatsApp
Você conta o que aconteceu. Explicamos tudo sem palavras difíceis.
Análise dos documentos
Você manda fotos pelo celular. Dizemos se tem direito e quanto pode receber.
Pedido no INSS
Fazemos o pedido pelo Meu INSS e organizamos laudos e provas.
Preparação para a perícia
Explicamos o que levar e como falar sobre a sua sequela.
Justiça, se precisar
Se o INSS negar, entramos com ação. Acidente de trabalho vai para a Justiça Estadual; os demais, para a Federal.
Benefício e atrasados
Você passa a receber todo mês e recebe os atrasados de uma vez.
O que separar.
Não tem tudo? Sem problema. A gente ajuda a conseguir o que falta.
Enviar documentos- RG e CPF
- Carteira de trabalho
- Laudos, exames e raio-X
- Ficha do atendimento no hospital
- Boletim de ocorrência (acidente de trânsito)
- CAT (acidente de trabalho), se tiver
- Cartas do INSS do auxílio-doença, se recebeu
- Comprovante de residência
Quem já conseguiu.
Preservamos o nome das pessoas atendidas.
“Quebrei o tornozelo numa queda de moto e voltei a trabalhar mancando. Nunca ninguém me falou desse benefício. Hoje recebo todo mês junto com o salário.”
“Perdi a ponta do dedo numa prensa. O INSS tinha negado. A equipe me preparou para a perícia na Justiça e deu certo.”
“Caí da laje e fiquei com o ombro duro. Achava que por estar trabalhando não tinha direito. Explicaram tudo com paciência, pelo WhatsApp mesmo.”
“Torci o joelho feio jogando bola e precisei operar. Voltei ao trabalho, mas não consigo ficar muito tempo em pé. Não sabia que acidente fora do trabalho também valia.”
“Trinta anos de fábrica e a audição foi embora. Tinha todas as audiometrias guardadas e isso ajudou muito no processo.”
“Machuquei a mão na colheita e perdi força. Achava que trabalhador da roça não tinha esse direito. Tem, sim.”
O que é verdade sobre o auxílio-acidente.
Mentira. O auxílio-acidente é justamente para quem voltou a trabalhar com sequela.
Mentira. Vale acidente de qualquer tipo: moto, carro, em casa, no futebol.
Verdade. Na maioria das vezes o trabalhador precisa pedir. Por isso tanta gente não recebe.
Mentira. Sequelas menores, como perda de parte de um dedo ou joelho duro, podem dar direito.
Verdade. Até 5 anos, contados para trás a partir do pedido.
Mentira. Como é pago junto com o salário, o auxílio-acidente pode ser menor que o mínimo.
Dúvidas sobre o auxílio-acidente.
Quem tem direito ao auxílio-acidente?
Autônomo e MEI têm direito?
Precisa ter quanto tempo de contribuição?
O acidente tem que ter sido no trabalho?
Posso receber junto com o salário?
Posso receber junto com a aposentadoria?
Quanto tempo demora?
E se eu nunca recebi auxílio-doença?
Vamos ver o seu caso?
Você não paga nada para saber se tem direito. Se decidir seguir, combinamos os honorários por escrito antes, e eles só são cobrados se o benefício sair.
Resumo pronto no WhatsApp.
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Pode, sim. O auxílio-acidente é uma indenização e não atrapalha o seu salário nem o seu emprego.
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O valor é metade da média das suas contribuições. Pode ser menor que um salário mínimo e é pago com 13º.
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Na maioria dos casos, sim. A perda de dedo, mesmo parcial, costuma ser reconhecida como sequela.
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